Como funciona um ensaio pet em estúdio? O que acontece do começo ao fim
Talvez, quando você imagine um ensaio fotográfico em estúdio, a primeira cena que venha à cabeça seja mais ou menos assim:
O cachorro é colocado no cenário.
Alguém pede para ele ficar sentado.
A câmera começa a clicar.
E durante o restante do ensaio precisamos fazer com que ele permaneça ali, olhando na direção certa.
Na prática, um ensaio pet em estúdio não precisa funcionar assim.
E, por aqui, não funciona.
Quando fotografamos um animal, não esperamos que ele entenda que chegou a um estúdio fotográfico, que existe uma câmera diante dele ou que aquele é o momento de “se comportar”.
Ele acabou de chegar a um ambiente novo.
Há cheiros diferentes.
Objetos diferentes.
Pessoas que ele ainda está conhecendo.
E tudo isso acontece antes mesmo da primeira fotografia.
Por isso, nosso ensaio começa pela coisa mais importante:
deixar o pet entender onde ele está.
Antes de fotografar, existe adaptação
Nem todo cachorro entra no estúdio e imediatamente se sente confortável.
Alguns começam explorando.
Outros ficam próximos dos tutores.
Há aqueles que querem cheirar absolutamente tudo.
E existem os que precisam de um pouco mais de tempo antes de interagir conosco.
Tudo isso é normal.
Nós observamos.
Conversamos com a família.
Deixamos o pet conhecer o ambiente.
E começamos a entender como ele está se sentindo naquele dia.
Em alguns ensaios, a câmera aparece rapidamente.
Em outros, ela pode esperar alguns minutos.
O objetivo nunca é começar o mais rápido possível. É começar no momento certo para aquele animal.
Meu cachorro precisa saber sentar ou ficar parado?
Não.
Comandos podem ajudar quando o próprio pet já os conhece, mas eles não são uma condição para que o ensaio dê certo.
Um cachorro pode estar:
sentado,
deitado,
em pé,
caminhando,
interagindo com o tutor,
brincando,
observando alguma coisa,
ou simplesmente sendo curioso.
Tudo isso pode virar fotografia.
Nosso trabalho é identificar as oportunidades que o comportamento dele oferece e trabalhar a partir delas.
Fotografia pet não deveria depender da capacidade do animal de “posar”.
Ela depende muito mais da capacidade do fotógrafo de observar, antecipar e conduzir.
E se ele sair do cenário?
Provavelmente vai acontecer em algum momento. 😅
E não tem problema.
Ele pode levantar.
Pode caminhar até você.
Pode decidir que aquele petisco ficou mais interessante do que a câmera.
Pode querer investigar um canto novo.
Isso não significa que o ensaio saiu do controle.
Às vezes fazemos uma pequena pausa.
Às vezes mudamos a proposta.
Em outros momentos, simplesmente usamos aquilo que ele está fazendo.
Depois de mais de 10 anos fotografando pets, uma coisa ficou muito clara para nós:
quanto menos tentamos transformar o animal em um modelo perfeito, mais conseguimos fotografar aquilo que realmente pertence a ele.
O estúdio oferece mais controle, não mais rigidez
Essa é uma diferença importante.
Quando falamos em “controle” dentro do estúdio, estamos falando principalmente sobre luz, ambiente e distrações.
Não sobre controlar o pet.
No ambiente interno conseguimos trabalhar a iluminação de maneira muito mais previsível, independentemente de nuvens, horário ou mudança repentina do tempo.
Também conseguimos reduzir estímulos externos.
Não há cães passando ao lado.
Pessoas caminhando pelo cenário.
Bicicletas.
Crianças correndo.
Barulhos imprevisíveis do parque.
Para alguns animais, principalmente os mais tímidos, idosos ou que se distraem facilmente, isso pode fazer uma diferença enorme.
Que tipo de fotografia fazemos no estúdio?
O estúdio permite criar retratos mais atemporais.
Temos um fundo clean para fotografias minimalistas e outros elementos que permitem variar a linguagem do ensaio.
Também podemos utilizar a boiserie, parede de tijolinhos e poltronas para criar uma atmosfera mais aconchegante, quase como pequenos ambientes dentro do próprio estúdio.
Isso significa que não precisamos produzir uma galeria inteira com o pet exatamente no mesmo lugar.
Podemos criar variações sem transformar a experiência em uma corrida de cenário em cenário.
A prioridade continua sendo o ritmo dele.

E os tutores também podem participar
Podem e, muitas vezes, nós incentivamos que pelo menos algumas fotografias sejam feitas juntos.
Você não precisa saber posar.
Não precisa decorar o que fazer com as mãos.
E muito menos ficar olhando para a câmera em todas as imagens.
Podemos fotografar vocês:
abraçando,
fazendo carinho,
brincando,
sentados juntos,
ou simplesmente interagindo como já fazem em casa.
Porque, no futuro, talvez você não queira lembrar somente de como seu pet era.
Talvez queira lembrar de como vocês eram juntos.
Dá para trocar de roupa?
Sim.
O espaço conta com camarim e, na experiência em estúdio, podemos planejar até duas trocas de roupas, de acordo com a proposta escolhida.
Isso vale também para acessórios ou peças do pet, quando fizer sentido para a história da família.
Mas sempre orientamos uma coisa:
não é necessário transformar o ensaio em uma grande produção.
As roupas precisam complementar a fotografia.
Não competir com aquilo que realmente importa.
E existe uma área externa privativa
Esse é um dos diferenciais da nossa experiência em estúdio.
Além do espaço interno, há uma área externa totalmente privativa, que nos permite criar uma segunda atmosfera no mesmo encontro.
É quase como viver dois ensaios dentro de uma única experiência.
No espaço externo encontramos elementos como fonte, porteira e pedras naturais, formando diferentes possibilidades de cenário.
E há uma vantagem muito importante para quem tem pet:
não existem outras pessoas ou outros animais circulando pelo espaço durante a experiência.
A área é cercada por muros e portão.
Dependendo do comportamento e das condições de segurança daquele pet, ele pode ter muito mais liberdade para explorar sem as distrações de um parque público.
Para alguns cachorros, isso muda completamente a experiência.

Então fazemos todas as fotos internas e depois todas as externas?
Não necessariamente.
O planejamento existe, mas não é uma obrigação.
Podemos começar dentro.
Podemos começar fora.
Podemos fazer uma pausa.
Mudar uma sequência.
Voltar a um cenário.
Abandonar uma ideia.
O comportamento do animal vai nos dizendo o que faz sentido.
O roteiro orienta o ensaio. Ele não manda no pet.
Quanto tempo passamos realmente fotografando?
Nem todo minuto da experiência é um minuto de clique.
E isso é proposital.
Existem momentos para:
explorar,
beber água,
receber carinho,
trocar de roupa,
descansar,
conversar,
mudar de ambiente,
e simplesmente desacelerar.
Essas pausas não “roubam” tempo do ensaio.
Elas fazem parte do ensaio.
Às vezes, são justamente elas que permitem que as próximas fotografias aconteçam.
Para quais pets o estúdio pode ser uma boa escolha?
O estúdio pode funcionar especialmente bem para pets que precisam de um ambiente mais previsível, cães idosos, animais que se distraem facilmente e famílias que desejam fotografias mais atemporais.
Mas não existe uma regra dizendo que determinado comportamento “tem que” ser fotografado em estúdio.
Cada animal é diferente.
Por isso, antes de escolher a experiência, vale considerar não apenas a estética das fotografias, mas também como o seu pet se sente em cada tipo de ambiente.
Essa é uma das coisas que conversamos com cada família.
No final, o estúdio é apenas o cenário
A experiência continua sendo sobre aquilo que acontece entre vocês.
A luz pode ser controlada.
O fundo pode ser escolhido.
O ambiente pode ser cuidadosamente preparado.
Mas aquilo que queremos fotografar não pode ser fabricado.
O jeito como ele olha para você.
A maneira como pede carinho.
A personalidade que você conhece tão bem.
É isso que queremos encontrar dentro da fotografia.
Seu pet não precisa saber fazer um ensaio.
Ele só precisa chegar sendo quem ele é.
Do restante, cuidamos juntos.
Quer ver um pouquinho dos bastidores?
Está pensando em fazer um ensaio pet em estúdio em Indaiatuba?
Você pode conhecer nossa Experiência, ver como funciona o espaço interno + área externa privativa e conferir as opções disponíveis no nosso Orçamento Online.
Ou, se este seria seu primeiro ensaio pet:




Comentários